07/05/2018

Céu Azul do Ser


Eu adoro esta época do ano aqui em Brasília! 

O céu azul amplo... O vento fresco anunciando que em breve chegará uma estação mais fria... A luz do sol com seus nuances alaranjados... Vida!!

O prédio em que moro, fica arrodeado de árvores, mas ao fundo dá para ver do meu andar o céu azulado no horizonte. E olhando para cima se ver mais ainda esse azul, Mar Azul de Brasília!


Caminhando pelo eixão, "calçadão do céu-mar de Brasília", aos Domigos se vê tanta gente, de todo o tipo, aproveitando a estação. É tão bom ver crianças se divertindo junto com os pais cultivando esse tipo de conexão on-vida!

Contenplando esse azular no horizonte, relaxando simplesmente minha mente, reflito sobre a amplitude da natureza de nosso SER, que em certos momentos se vê nublada ou carregada de nuvens negras, com seus trovões e relâmpagos! 

Nada contra nuvens negras no céu, adoro também a época das chuvas... O cheiro da terra molhada... Tem um efeito de quietude em mim!

Mas refletindo, metaforicamente, o que significa cultivar uma mente sombreada por nuvens negras? Aquelas nuvens de pensamentos e emoções aflitivas?

Olhar para a amplitude de um céu azul, é lembrar que as nuvens negras são passageiras, então não precisamos no apegar a elas... Não refletem o Céu de nosso Ser. Podemos deixá-las passar, e deixar que a amplitude do céu fale mais alto em nossa mente-coração. É um lembrar e relembrar para que esse reconhecimento se torne natural, se torne uma hábito de amor.

Se você tiver oportunidade, seja na natureza, num passeio, ou num dia ensolarado na praia, ou simplesmente olhando da janela do seu quarto, pare e contemple sobre a vastidão do céu azul. Você é como essa vastidão! Se pessoas, crenças e padrões mentais quiserem dizer o contrário, simplesmente pare e contemple o céu azulado, pare e contemple o aspecto passageiro das nuvens. Olhe e veja não apenas com os seus olhos físicos, mas também com os Olhos Vastos do seu Ser.



Gratidão pela leitura!

Com amor e luz,
Ju Macedo

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